sábado, 2 de novembro de 2013

RODA DE CHIMARRÃO na nova Sede da APROVA

Convidamos aos Associados da APROVA, como Proprietários e Moradores da Vila Assunção para

RODA DE CHIMARRÃO

Onde: Sede da APROVA (Rua Coroados, 983 - Praça Tomocaré)
Quando: Domingo, dia 03 de novembro de 2013
Horário: 10 horas

Chame seus VIZINHOS também !!!

Traga sua sua cuia, erva-mate e térmica com água-quente.
Não esqueça da sua cadeira de praia.

Será um primeiro bate-papo para colhermos ideias para recuperação da praça e fazer com que a sede da APROVA se torne um certo de convivência para os moradores da Vila Assunção.

Abraços e contamos com a presença de todos.

Atenciosamente,

Cléa Sandri
Presidente da APROVA
Associação dos Proprietários e Moradores da Vila Assunção

Confirme sua participação no Facebook em RODA DE CHIMARRÃO na nova Sede da APROVA Leia mais ...

sábado, 28 de maio de 2011

Reunião: Qual o que desejamos para a Vila Assunção e para Porto Alegre ? Vamos construir todos juntos esse futuro !

Movimento dos Moradores da Vila Assunção

Recebemos a informação de que a reunião está confirmada para o dia 1o.
de junho, apenas devendo ser confirmado o Salão Paroquial da Igreja
N.S. Assunção na Goitacaz, 304 (entrada pela igreja), pois realmente
no local original seria difícil o estacionamento de vários veículos.

A confirmação virá na segunda-feira.

De qualquer forma é importante a participação dos moradores da Vila
Assunção nesta reunião com a Prefeitura sobre o Congresso da Cidade,
participam da organização do congresso diversas ONGs, dentre elas, a
Parceiros Voluntários e as universidades de Porto Alegre, pois essa é
uma das ocasiões que temos oportunidade de planejar e darmos rumos de
como queres nosso bairro e a nossa Porto Alegre.

Pauta: Reunião Bairro Vila Assunção do V Congresso da Cidade
Data: 01 de junho de 2011, quarta-feira
Horário: 19 horas e 30 minutos
Local: a ser confirmado na segunda-feira

Também podemos na reunião encaminhar a criação do grupo de
CUIDADORES DA VILA ASSUNÇÃO.

Cléa Sandri e participantes do Movimento do Bairro Vila Assunção

----- Original Message -----
From: Carmen Assumpção
To: conselho gestor
Sent: Friday, May 27, 2011 9:28 AM
Subject: Fwd: ADIADA >>> Reunião re isabel
Estou encaminhando também outras msg's sobre o mesmo assunto.
...Quem sabe, no Salão da Igreja da Assunção???
Abs,
Carmen.
---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Isabel
Data: 26 de maio de 2011 14:44
Assunto: Re: ADIADA >>> Reunião re isabel
Para: Carmen Assumpção
Carmen,
Obrigada pela informação.
Estive pensando, se for mesmo na Capela da av. Guaiba, o local não tem
onde estacionar.
Vamos aguardar as decisões.
Mais uma vez, obrigada.
Abraços,
Isabel
----- Original Message -----
From: Carmen Assumpção
To: isabel
Sent: Thursday, May 26, 2011 12:02 PM
Subject: ADIADA >>> Reunião
Isabel
Foi adiada a reunião com a comunidade da Vila Assunção, inicialmente,
prevista para hoje.
É provável que seja confirmada para a próxima quarta-feira, dia 01.
Tão logo eu receba a confirmação, repassarei para vc.
Abs,
Carmen.
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sexta-feira, 20 de maio de 2011

ZH ZONA SUL (20/05/2011): Começo agitado no Café ZH

Um pouco mais de uma hora do começo do Café ZH no Paseo Zona Sul e já contabilizamos mais de 10 visitas. A moradora da Doutor Barcelos, Maria Luiza Antunes Moreira, 71 anos, foi uma das primeiras a chegar e trouxe uma sugestão aos outros moradores da região: fazer um concurso da “mais bela árvore da Zona Sul”. O que vocês acham?

Foto: Letícia Costa, Especial

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quarta-feira, 16 de março de 2011

Proa e Improbidade Administrativa

A Lei n. 8429/92 dispõe sobre as sanções aplicáveis aos agentes
públicos nos casos de enriquecimento ilícito no exercício de mandato,
cargo, emprego ou função na administração pública direta, indireta ou
fundacional e dá outras providências. O parágrafo único, do art. 1°
desta Lei, refere que também estão sujeitos às penalidades legais os
atos de improbidade praticados contra o patrimônio de entidade que
receba subvenção, benefício ou incentivo, fiscal ou creditício, de
órgão público bem como daquelas para cuja criação ou custeio o erário
haja concorrido ou concorra com menos de cinqüenta por cento do
patrimônio ou da receita anual, limitando-se, nestes casos, a sanção
patrimonial à repercussão do ilícito sobre a contribuição dos cofres
públicos.

Não seria, por ventura, este o caso da PROA que teve como maior
incentivo creditício governamental a liberação para uso da área?

Se prestarmos a devida atenção, veremos que em 1997, o então
Secretário Estadual da Administração Pública e Recursos Humanos, o
Sr. Otomar Vivian, durante o Governo Britto, concedeu termo de uso
para a PROA. Se
examinarmos o referido termo de uso, veremos que o mesmo foi concedido para a
instalação de uma Escola de Vela o que, efetivamente, nunca aconteceu.

Ao invés disso, a PROA conseguiu, junto à SMIC, alvará para funcionar
como bar na orla do Guaíba. Mesmo que competentemente cassado o
alvará pela SMIC,conforme informações da reportagem publicada no
Caderno Zona Sul de
Zero Hora do dia 25/02/2011, o bar continua funcionando normalmente:
todos os dias existe comercio no local. Como pode continuar funcionando
se o Timbuka foi retirado da orla?

Se funciona como bar, obviamente, há lucro. Quem controla a prestação
de contas da entidade? Há emissão de nota fiscal sobre a venda e
comercialização de mercadorias? Afinal, quem está lucrando com o termo
de uso do local? E mais: como não existe inscrição estadual, não há
recolhimento de ICMS.

Por tudo isso, e, em especial, por acreditar muito no Senhor, por
conhecer seu passado e presente de luta junto à Comunidade e por saber
que o Senhor é um político honesto e de confiança, requeiro que
receba o Conselho Gestor da Vila Assuncao para uma audiência, pois,
como cidadã e eleitora, tenho por obrigação lhe demonstrar a
fragilidade da administração
pública nesta situação.

Por favor, nos receba pessoalmente.
Ficamos aguardando agendamento com data e hora.
Grata pela atenção,
Mariângela Milhoranza

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terça-feira, 1 de março de 2011

Proa ainda tem alvará para funcionar como bar ?

Alvarás Cadastrados


Pesquisa: Logradouro = GUAIBA e número inicial= 4471 e número final =4471

Foi encontrado 1 registro - Mostrando página 1 de 1

Razão SocialAtividadesEndereço
ASSOCIAÇÃO PRÓ ESPORTE CULTURA & MEIO AMBIENTEBAR/CAFE/LANCHERIA
ESCOLA ESPECIAL
REPRESENTACAO COMERCIAL (INTERMEDIARIOS DE VENDAS DE MERCADORIAS A BASE DE COMI
MANUTENCAO E REPARACAO DE EMBARCACOES PARA ESPORTELAZER OU PARA USO COMERCIAL (
AV GUAIBA 4471

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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Processo da Vendas da Escadarias na Vila Assunção - Processo parado no CAR Sul desde fevereiro de 2011

Nome do Requerente: Número do processo:
001 000825 08 5 00000

Assunto:

Órgão onde se localiza:

Data de entrada no órgão:

Situação:Desde:

Nova pesquisa

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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Zero Hora - Buraco se abre em rua, caminhão pende e cai sobre carro na zona sul de Porto Alegre

Um caminhão de transporte de oncreto tombou em cima de um carro na Rua Bororó, na Vila Assunção, zona sul de Porto Alegre. Segundo a proprietária do veículo atingido, Fátima Piccinini, um buraco se abriu na via quando a betoneira passava pelo local. A fenda fez com que o veículo pendesse para o lado e ficasse apoiado no Honda Civic.

Fátima, que é corretora de imóveis e visitava um cliente, estava acompanhada da filha, de 27 anos, e do marido.

— Segundos antes do caminhão virar paramos o carro para pedir uma informação. Meu marido desceu e só por isso não foi atingido. Depois do que aconteceu posso dizer que Deus existe — afirmou.

De acordo com o motorista do caminhão betoneira, o peso da carga fez com que a via, que é formada por paralelepípedos, se abrisse.

— Dois caminhões haviam passado pelo local e nada aconteceu. Um acidente desse tipo não é comum. Foi um susto, mas o importante é que ninguém se machucou — diz.
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quinta-feira, 10 de junho de 2010

Ata de Audiência Pública realizada pela Promotoria do Meio Ambiente

Ata recebida da Sra. Jacqueline Custódio que secretariou a audiência.

No dia 10 de junho de 2010, no Salão Paroquial Igreja Vila Assunção, situado na Rua Goitacáz, 304, Vila Assunção, Porto Alegre, teve início, às 19:35h, a audiência pública convocada para consulta à comunidade a respeito do processo de alienação das passagens de pedestres do referido bairro, dando cumprimento ao solicitado pela promotora Dra. Annelise Monteiro Steigleder, responsável pelo Inquérito Civil n.º 113/2009.
Compuseram a mesa da audiência, além da referida promotora, a Sra. Anadir Alba, conselheira da Região de Planejamento 6 - CMDUA, a Sra Lourdes Sprenger, representando o Conselho Gestor do Clube de Mães da Vila Assunção, o Sr. Tadeu Paraguassú, coordenador do Centro Administrativo Regional – CAR Sul e a Sra. Jacqueline Custódio, representante do Grupo de Estudos em Direito Urbanístico da FMP, que solicitou ao Ministério Público a investigação das irregularidades no procedimento de alienação.
Estiveram presentes cerca de oitenta pessoas, das quais assinaram a lista de presença cinqüenta e cinco.
De início, foi exposto pela sra. Jacqueline o histórico do procedimento que levou à necessidade da audiência pública e das irregularidades encontradas no processo de vendas das passagens de pedestres da Vila Assunção.
Logo em seguida, a Sra. Anadir descreveu a situação de 15 das 33 áreas existentes visitadas e fotografadas: passagens que já foram bloqueadas, de algumas que ainda estão abertas e de algumas áreas públicas (próprios municipais)
Assim, foram abertas as inscrições para que os moradores pudessem externar suas impressões sobre o assunto.
A primeira moradora que solicitou a palavra foi a Sra. Isabel Loss. Disse que morava no bairro desde agosto de 1972, estando indignada com a situação das vendas, questionando como foi feita e convocada a reunião que deveria ter ouvido a comunidade para que a venda fosse autorizada, e que teve lugar no Colégio Padre Réus, no bairro Tristeza. Levantou a questão da descaracterização do bairro como cidade-jardim com a destruição das passagens.
Seguiu-se o Sr. Adroaldo Streck, que disse ser morador há 40 anos no bairro e que atrás de seu terreno existe um próprio municipal, que foi incorporado ao seu terreno, onde plantou árvores. Refere que há pouco tempo, ouviu falar que queriam retornar aquela área em um passeio público, com o quê discorda. Disse que a audiência é muito produtiva e que se deveria chegar a um consenso.
Rogério Portanova Leal, morador do bairro e servidor da Secretaria Municipal da Fazenda, falou sobre alguns aspectos legais do processo de alienação, tais como a existência de uma lei que autorizou o procedimento, da ata da reunião ocorrida no Colégio Padre Réus e outros procedimentos realizados. Propôs, como morador e representante da secretaria, definir quais as passagens que devem ser vendidas, as que devem ser mantidas e que o que deve ser feito com o dinheiro arrecado com as vendas, citando que a verba da prefeitura auxiliou a creche na Av. Guaíba, o que foi contestado por alguns dos presentes.
Sergio Silva apresentou-se como morador há 39 anos no bairro, questionou o Sr, Rogério se ele estava como morador ou como representante da prefeitura. Levantou a questão do alto valor cobrado como IPTU, pois não havia manutenção dos locais públicos e disse que a questão da segurança pública não poderia ser o fundamento da venda das passagens.
Marcelo Costa, morador há 42 anos na Vila Assunção, membro do Conselho Gestor, disse que em 2008 foi realizada outra audiência pública, onde foram levantadas dez reivindicações, das quais oito foram realizadas, ficando ainda pendente a questão da Aproa, que está sendo discutida na justiça. Disse ser servidor municipal também, mas que quer a legalidade seja respeitada. Também fez menção ao fato de a pretensa consulta à comunidade tenha sido feita na Tristeza, uma vez que a Vila Assunção têm há 42 anos a representatividade do Clube de Mães. Pediu para que a Promotoria de Patrimônio e Urbanismo fosse envolvida neste caso. Solicitou que se quantificasse exatamente o número de passagens que foram vendidas ou colocadas à venda. Posicionou-se contrário à venda de qualquer passagem. Esclareceu que a área da sede do Clube de Mães é um próprio municipal, provavelmente o último remanescente, cedido por tempo determinado pela Prefeitura e, portanto, não foi invadido, como dito em um e-mail recebido pelo Conselho Gestor. Por fim, destacou a função prática destas áreas públicas internas às quadras: fazem parte de um projeto de origem inglesa que visa ao acesso, sendo vielas sanitárias.
A próxima manifestação foi de Jane, que não referiu o sobrenome, moradora desde 1970 no bairro. Contou que a primeira impressão que teve, quando viu o tapume em uma das passagens, foi que a prefeitura estava reformando o local. Entrando em contato com os vizinhos e ficou sabendo da venda. Disse, também, que quando se compra uma casa, compra-se também o entorno que o bairro oferece. Mencionou, ainda, a pretensa reunião ocorrida na Tristeza, e que o fundamento da venda ser por segurança poderia levar à venda das praças.
Cristina Almeida Prado, moradora há 7 anos na comunidade, é lindeira de uma das passagens. Disse ter sido procurada pela Prefeitura, que lhe propôs a compra, sendo que o valor total da passagem seria de R$ 360.000,00 (trezentos mil reais). Disse, ainda, ter ligado diversas vezes para a Prefeitura para que colocassem iluminação na passagem, mas não foi atendida. Sua fala teve a intervenção do Sr. Fernando, que também é lindeiro, disse que era uma “imoralidade pública” no regime urbanístico, que as servidões tem uso, sim, e que são belíssimas, mas precisam ser cuidadas. Referiu que estão abandonadas pela Prefeitura há cerca de 15 anos, e que antes disso, havia limpeza uma vez por ano. É o poder público jogando a responsabilidade social para o contribuinte. Os dois lindeiros mostraram-se preocupados com a possibilidade da passagem ser vendida a terceiros ou, mesmo, para o comércio, por tratar-se de um espaço exíguo e no limite de suas propriedades. Disseram que já foram procurados por estranhos perguntando se sabiam o quanto a Prefeitura estava pedindo pela área. Mostraram-se surpresos e espoliados, pois acham que as passagens deveriam ser mantidas pelo dinheiro arrecadado pelos impostos cobrados.
Cristina Fraga, moradora há 25 anos no local, disse que atrás de seu terreno há uma área pública, que estava abandonada. Enviou carta à Prefeitura na intenção de adquirir tal área, mas que disseram que não era possível vender por tratar-se de bem público. Porém, construíram no local uma casa e, nada aconteceu, quando entrou em contato com a Prefeitura para embargar a obra, entre as ruas Carajá e Chavantes. Afirma que teve um processo de solicitação de compra da área, mas que a pessoa que construiu disse que entrou com uma ação de usucapião.
Kathrin Rosenfield, moradora da Rua Bororó, disse que os moradores tomam conta do bairro, pois a Prefeitura não cuida das áreas. O pouco que aparece é em tempos de eleição. A beleza das escadarias deve ser preservada, mas elas também são uma questão de acesso à população, pois do contrário será um bairro ilhado. As escadarias fazem parte do patrimônio histórico e as áreas públicas ajudam na manutenção das áreas verdes. Houve uma desinformação da comunidade em relação a esses processos. Bens e direitos públicos devem ser preservados.
Neste momento, a promotora questiona o representante da Prefeitura (Rogério P. Leal) sobre a possibilidade de edificação nas passagens, ao que foi respondido que quem libera a construção é a SMOV. De qualquer forma, não poderiam ser edificadas isoladamente, segundo o sr. Ricardo Albanus (Gestor da área de patrimônio da Secretaria da Fazenda), mas, uma vez que é adquirida pelo lindeiro, a área é acrescentada à matrícula do imóvel, podendo, então, ser construída.
O representante do CAR SUL pediu a palavra, pois tinha outro compromisso e precisava sair. O sr. Tadeu Paraguassú relatou que assumiu em 2009, após a realização do processo de alienação das passagens, tendo, esse processo, sido enviado à Secretaria de Governança. Prometeu um “olhar” especial da Prefeitura, pondo-se à disposição da comunidade. Disse ter caminhado pelo bairro, a fim de identificar as passagens. Foi, então, questionado sobre a reunião ocorrida na Tristeza. Disse que quem acompanhou a referida reunião relatou ter havido apenas três pessoas da comunidade. Despediu-se dizendo que acompanhará o caso.
Outro morador que não se identificou dirigiu-se à promotora questionando sobre o que será feito a respeito das passagens. A Dra. Annelise respondeu que o inquérito ainda aguarda alguns documentos solicitados a órgãos municipais, como EPTC, por exemplo, mas que, constatando-se as irregularidades, buscaria composição com a Prefeitura através do Termo de Ajustamento de Conduta. Também há a possibilidade de uma ação civil pública anulatória das vendas, o que é mais difícil, pois envolve terceiros.
Geraldo Portanova Leal, morador há 46 anos, disse que era muito bom ter representantes do CAR SUL, Ministério Público e do CDMUA. Disse que há tempos atrás, havia um abaixo-assinado para asfaltar a Av. Pereira Passos e não viu o resultado. Também diz ter visto o abaixo-assinado para tirar a linha de lotação da Assunção, onde só havia assinaturas de moradores da Tristeza. Tem uma área pública atrás de seu terreno, como o Sr, Adroaldo Streck, que acha que deve ser mantida como está. Diz que são dois tipos de áreas públicas: a das passagens e aquelas internas às quadras. Devem ser tratadas de forma diferente. Acha que as passagens devem permanecer públicas, mas as áreas entranhadas não haveria porquê.
Encerradas as intervenções, a Sra. Anadir propôs colocar em votação se a comunidade concorda ou não com a venda das passagens e áreas públicas. Por maioria, com apenas dois votos contrários, decidiu-se pela manutenção das passagens e, mesmo as vendidas, que fossem recuperadas e trazidas de volta à comunidade.
Como sugestões trazidas naquele momento foram listadas a identificação de quem participou da reunião promovida pelo CAR SUL, ocorrida na Tristeza e verificar se eram moradores do bairro, encaminhar propostas de manutenção das passagens para o CAR SUL, assim como a questão da APROA (que foi encaminhada ao Ministério Público) e uma reflexão mais aprofundada sobre as áreas públicas entranhadas.
Além disso, também foi proposta a formação de uma comissão de moradores para avaliar as áreas, tanto de passagem quanto as entranhadas, trazendo informações sobre quais foram vendidas e quais estão à venda ou já apropriadas indevidamente.
A Dra. Annelise disse que ainda aguarda o estudo solicitado a EPTC sobre a acessibilidade no bairro e um estudo da Secretaria de Planejamento sobre a dimensão das quadras, já tendo recebido a manifestação da Equipe de Patrimônio Histórico-cultural, assinado por Débora Magalhães, no sentido de que, mesmo que vendidas, as áreas não podem ser edificadas porque perderiam a ambiência, causando dano ao bairro, que segue o padrão de cidade-jardim. Também foi solicitado parecer a respeito do valor do bem.
Foi sugerido que o Ministério Público faça uma notificação àqueles que adquiriram as passagens, para que não façam nenhuma edificação, visto que são áreas que estão em litígio, havendo possibilidade de embargo.
Por fim, a promotora solicitou à conselheira Anadir que agilizasse um abaixo-assinado entre os moradores, onde constasse a manifestação respeito da manutenção de todas as passagens do bairro, a fim de anexá-lo ao inquérito civil.
Às vinte e duas horas foram encerrados os debates da Audiência Pública promovida pela Promotoria de Meio Ambiente. Eu, Jacqueline Custódio, juntamente com a conselheira da Região de Planejamento 6, Anadir Alba, assino e lavro a presente a ata. Leia mais ...

Audiência Pública do Ministério Público sobre Processo da venda das escadarias na Vila Assunção

Pessoal,
Seguindo solicitação da promotora que está responsável pelo processo de venda das escadarias, estou tentando divulgar este importante encontro que se dará na Paróquia da Igreja conforme abaixo:

AUDIÊNCIA PÚBLICA
PROMOTORIA DE JUSTIÇA E DEFESA DO MEIO AMBIENTE DE PORTO ALEGRE - MINISTÉRIO PÚBLICO
COM MORADORES DA VILA ASSUNÇÃO

Conforme deliberação da audiência, realizada em 14 de abril de 2010, na Promotoria de Justiça e Defesa do Meio Ambiente - Ministério Público, perante a Promotora Dra. Annelise Monteiro Steigleder, Inquérito Civil nº 113/2009, convidamos os moradores da Vila Assunção para participar e deliberar conforme prevê a Lei Municipal 10.222/2007.
Na Vila Assunção, são 33 áreas públicas, das 150 áreas que a Prefeitura pretende alienar no Município. Destas, três já foram vendidas, sem a consulta e deliberação da população, como prevê a lei.

DIA: 10/O6/2010
HORA: 19h30min
LOCAL: SALÃO PAROQUIAL IGREJA VILA ASSUNÇÃO
RUA GOITACAZ, 304
PAUTA: ALIENAÇÃO DAS PASSAGENS DE PEDESTRES
(ESCADARIAS) DA VILA ASSUNÇÃO

Conto com todos vocês tanto para a divulgação quanto para o comparecimento no evento. Agradeço desde já!

Jacque Leia mais ...

segunda-feira, 7 de junho de 2010

sábado, 5 de junho de 2010

Cópia do Processo de Venda das Escadarias na Vila Assunção

Processo Administrativo: 001.000825.09.5

































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Posição do Processo sobre Venda das Escadarias na Vila Assunção

Consulta do processo administrativo da Prefeitura de Porto Alegre em www.portoalegre.rs.gov.br/gpa

Nome do Requerente:
SECRETARIA MUNICIPAL FAZENDA APM

Número do processo:
001 000825 08 5 00000

Assunto:
PROPRIO MUNICIPAL

Órgão onde se localiza:
GABINETE SECRETARIO (GS)
SMCPGL

Data de entrada no órgão:
23/12/2009

Situação:
EM TRAMITACAO

Desde:
08/01/2008 Leia mais ...

Posição dos Processos para Calçadão da Vila Assunção na Orla do Guaíba

Por consulta ao sistema de processos administrativos da Prefeitura: www.portoalegre.rs.gov.br/gpa

Nome do Requerente:
ESCRITORIO MUNICIPAL DE PROJETOS E OBRAS
Número do processo:
002 081042 06 0 00000
Assunto:
LICITACAO:CONCORRENCIA PUBL/CONVITE/TOMADA PRECO
Órgão onde se localiza:
GABINETE SECRETARIO
SMOV
Data de entrada no órgão:
24/05/2010
Situação:
EM TRAMITACAO
Desde:
25/05/2006

Nome do Requerente:
ESCRITORIO MUNICIPAL DE PROJETOS E OBRAS
Número do processo:
002 081011 07 5 00000
Assunto:
LICITACAO:CONCORRENCIA PUBL/CONVITE/TOMADA PRECO
Órgão onde se localiza:
SECAO LICITACOES
SMOV/CATA
Data de entrada no órgão:
23/04/2010
Situação:
EM TRAMITACAO
Desde:
14/06/2007 Leia mais ...

quarta-feira, 5 de maio de 2010

CháBazar do Grupo Oficina da Paróquia N.S. da Assunção

Foi realizado o tradicional CháBazar no Salão Paroquial Nossa Senhora da Assunção, com a participação de mais de 200 senhoras, quando foi servido o sempre apreciado chá com deliciosas tortas. No bazar foram colocados muitas peças e objetos artesanais feitas pelas integrantes do grupo, cuja venda potencializa ações sociais. Abaixo imagens do prestigiado evento:














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segunda-feira, 5 de abril de 2010

Inquéritos Civis do Ministério Público sobre PROA

Porto Alegre, 05 de abril de 2010. www.mp.rs.gov.br Edição n° 411
CONSELHO SUPERIOR DO MINISTÉRIO PÚBLICO
BOLETIM Nº 145/10 AVISO Nº 17/10
Torno público que na Sessão Ordinária do dia 12 de abril de 2010, ou nos 15 dias subseqüentes, às 13h30min, na Av. Aureliano de Figueiredo Pinto, 80 - 8º andar - Torre Norte, na Sala dos Órgãos Colegiados, nesta Capital, será deliberado sobre promoção de arquivamento de inquéritos civis, instaura-dos para apurar os fatos a que se referem os seguintes pro-cessos:
Encaminhado pela Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Públi-co de Porto Alegre: 242) Processo nº 8027-09.00/09-6: pos-síveis irregularidades na utilização de bem público localizado na orla do Guaíba pela Associação Pró-Esporte, Cultura e Meio-Ambiente, na Vila Assunção, nesta Capital.

Porto Alegre, 22 de junho de 2009. www.mp.rs.gov.br Edição n° 218 4
CONSELHO SUPERIOR DO MINISTÉRIO PÚBLICO
BOLETIM Nº 292/09 AVISO Nº 35/09
Encaminhados pela Promotoria de Justiça de Habitação E Defesa da Ordem Urbanística: 15) Processo nº 3947-09.00/09-7: potencial infração à ordem urbanística, em razão de utilização indevida da orla do Guaíba pela Associação Pró-Esporte, Cultura e Meio Ambiente, ao longo da Av. Guaíba, situada na Vila Assunção, de responsa-bilidade do Município de Porto Alegre.

Porto Alegre, 12 de dezembro de 2008. www.mp.rs.gov.br Edição n° 095
37) Inquérito Civil nº 144/2008, instaurado pelo 2º Promotor de Justiça Norberto Cláudio Pâncaro Avena, da Promotoria de Justiça de Habitação e Defesa da Ordem Urbanística, com o fim de investigar potencial infração à ordem urbanística em razão de eventual utilização indevida da orla do Guaíba pela Associação Pró-Esporte, Cultura e Meio Ambiente, ao longo da Av. Guaíba, situada na Vila Assunção, nesta Capital;

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quinta-feira, 15 de outubro de 2009

24 DE OUTUBRO - 2o. Oktoberfest no Clube de Mães da Vila Assunção

Amigos,

No dia 24 de outubro, SÁBADO, estaremos realizando e 2o. Octoberfest do Clube de Mães da Vila Assunção (Rua Caeté, 150), a partir da 11h30min.

Buffet Livre: Salsicha Bock, salada de batatas, chucrute, costela de porco assada com farofa e sobremesas.
Convite: R$ 20,00

Para não faltar nada, aconselhamos confirmar até o dia 20 de outubro, pelo email: cleajps@terra.com.br ou Celular: 9984-8389, ou ainda, Telefone Fixo: 3268-4324

Porque garantir o seu convite? Porque nos prepararemos para o nº de convites colocados e não queremos ningúém excluido!

Nos ajudem e participe. HAVERÁ MÚSICA enquanto houver convidados!!

Esperamos vocês!

Cléa Sandri
Presidente do Clube de Mães da Vila Assunção e
Conselho Gestor

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sexta-feira, 25 de setembro de 2009

ZH Zona Sul (25/09/09): As barcas Assunção-Guaíba - De volta ao passado

Até a inauguração da Ponte do Guaíba, em 1958, a travessia entre Porto Alegre e a cidade de Guaíba era feita por barcas, que chegavam e saíam da Capital por um terminal na Vila Assunção, desde 1941.
Ao se decidir por desativar o sistema de barcas, em 1953, se cogitou uma ponte a partir da Assunção, com 50 metros de altura e 100 metros de vão.
Esse projeto concorria com outros, mas teria custo maior por exigir trabalho de fundação sob a água para toda a extensão da estrutura.
Fonte: Boletim do Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer) número 62/63, de março/junho de 1954


Relato do morador Luiz Arnaldo Zimmermann:
“No fim de 1948, vim de Pelotas com minha mãe. Naquela época, podíamos ir de ônibus até a cidade de Guaíba e, ali, pegar uma barca que nos trazia à Capital. Descemos no terminal que tinha na Vila Assunção. O Guaíba é um lugar tão bonito. O deslocamento fluvial seria uma alternativa tanto de transporte quanto turística. Desafogaria o trânsito se pudéssemos nos deslocar do Centro até a Zona Sul pelas barcas.”
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sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Correspondência Eletrônica do Clube de Mães ao Gabinete do Prefeito sobre Calçadão e Escadarias da Vila Assunção

From: conselhogestorvilaassuncao@via-rs.net
To: gilalmeida@gp.prefpoa.com.br
Sent: Friday, September 18, 2009 10:38 AM
Subject: CALÇADÃO NA VILA ASSUNÇÃO E VENDA DE ESCADARIAS

Prezado Dr. Gil,

Outro problema que temos na Assunção é com a venda de escadarias e servidões (áreas públicas). Ontem, o Ministério Público, através de sua Escola, nos informou que teve acesso ao processo 001.000825.08.5. Tal processo coloca a venda diversas áreas aqui no bairro, entretanto como entidade representativa com mais de 40 anos na Assunção, não somos comunicados. O MP também nos disse que o CAR justificou que colocou 12 cartazes e distribuiu 200 panfletos. Ora, o bairro possui 1.500 residências, 4.500 habitantes.

Desta forma, solicitaríamos ao Sr. Prefeito que o processo fosse suspenso e verificado os trâmites legais, pois lembramos que o projeto urbanístico da Assunção foi concebido como jardins europeus, sendo as escadarias ligações desde a orla do Guaíba pelos Veleiros até onde se encontra hoje o SINDAF.

Certos de sua habitual atenção, colocamo-nos ao seu inteiro dispor para que possamos colaborar e termos uma solução que atenda aos interesses da comunidade da Vila Assunção.

Atenciosamente,

Cléa Sandri
Presidente do Clube de Mães da Vila Assunção e
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terça-feira, 15 de setembro de 2009

Conselho Gestor da Assunção para da Eleição para o Conselho do Plano Diretor

O Conselho Gestor da Vila Assunção, em reunião no dia 15 de setembro, decidiu indicar em conjunto com o Bairro Jardim Isabel, a auditora Lourdes Sprenger, membro do conselho e moradora há mais de 30 anos na Vila Assunção, como candidata ao Conselho do Plano Diretor (CMDUA), em composição com a arquiteta Anelise Tenroller, moradora e empresária na Tristeza, e a professora Alice Gaspary, vice-presidente e moradora no Jardim Isabel.

O credenciamento para que os moradores da Zona Sul de Porto Alegre votem será nos dias 21 e 22, das 10 até 20 horas, na Paróquia N.S. das Graças (Wenceslau Escobar esq. Otto), necessitando apresentar documento de identidade e comprovante de residência.





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